terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Cruzamentos sintáticos

Cruzamentos sintáticos

http://portugues.uol.com.br/

Os cruzamentos sintáticos são deslizes que além de subverterem a sintaxe da língua portuguesa, podem prejudicar o entendimento de uma mensagem.






Os cruzamentos sintáticos podem estar relacionados com a regência verbal e com a estrutura oracional, produzindo frases sintaticamente instáveis
Os cruzamentos sintáticos podem estar relacionados com a regência verbal e com a estrutura oracional, produzindo frases sintaticamente instáveis


Observe as frases a seguir:
1) “Seu ponto de vista corrobora com o preconceito contra os negros.”
2) “Apesar de estar competindo, o maratonista não estava preocupado em vencer de ninguém.”
Você notou alguma coisa diferente na construção dessas frases? Você acha que elas estão sintaticamente corretas? Se a sua resposta for sim, certamente você precisa saber um pouco mais sobre um fenômeno curioso e corriqueiro da língua portuguesa chamado cruzamento sintático.
Os cruzamentos sintáticos surgem quando, a partir de duas formas ou estruturas semelhantes, cria-se uma terceira, que normalmente subverte as regras gramaticais. Os cruzamentos afetam a regência de determinados verbos e também a estruturação oracional. Observe alguns exemplos de cruzamentos sintáticos quanto à regência:
“O medo da repressão e da violência militar influenciava na vida das pessoas”.
Analisando a frase acima, observamos que o verbo “influenciar”, que é transitivo direto, teve seu complemento preposicionado em razão da contaminação com “influir”. Caso essa fosse a forma verbal, “o medo influi na vida das pessoas”, o emprego da preposição + artigo (na) estaria correto, mas não é o caso. A frase correta, seria, portanto:
O medo da repressão e da violência militar influenciava a vida das pessoas.”
O mesmo fenômeno aconteceu com as duas frases utilizadas no início do artigo:
1) “Seu ponto de vista corrobora com o preconceito contra os negros.”
Como o verbo “corroborar” é transitivo direto, ele dispensa o complemento introduzido pela preposição “com”. No entanto, o cruzamento sintático ocorreu em virtude da contaminação do verbo “concordar”, que exige a preposição “com”. A construção correta da frase é:
“Seu ponto de vista corrobora o preconceito contra os negros”.
2) “Apesar de estar competindo, o maratonista não estava preocupado em vencer de ninguém.”
O verbo “vencer” dispensa a preposição “de”, contudo, ele sofreu a contaminação do verbo “ganhar”, que, por ser transitivo indireto, exige o complemento introduzido pela preposição “de”. Corrigindo o cruzamento sintático:
“Apesar de estar competindo, o maratonista não estava preocupado em vencer ninguém”.
Observe agora um exemplo de cruzamento sintático quanto à estrutura oracional:
“As leis proíbem que menores de dezoito anos e mentalmente incapazes de responderem judicialmente por eventuais crimes cometidos”.
A construção da oração ficou estranha, não? Ela é fruto de uma estruturação equivocada que misturou duas possíveis construções: “As leis proíbem que menores de dezoito anos e mentalmente incapazes respondam judicialmente por eventuais crimes cometidos” e “As leis proíbem menores de dezoito anos e mentalmente incapazes de responderem por eventuais crimes cometidos”. Os cruzamentos decorrem da dificuldade em reger corretamente determinados verbos e são considerados um tipo de erro grave, já que desrespeitam a sintaxe da língua portuguesa. Quando a sintaxe é alterada, o entendimento da mensagem fica comprometido, portanto, fique atento à transitividade verbal e elimine de uma vez por todas os cruzamentos sintáticos!

ECLESIASTICO 6,5


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Quais os efeitos psicológicos da comparação na infância?

Quais os efeitos psicológicos da comparação na infância?

Uma comparação realizada na infância pode trazer traumas quando adultos

Quem, quando criança, nunca ouviu aquela famosa frase: “Seu irmão nunca fez isso, não me deu trabalho!”; “A sua irmã já definiu o esporte dela e você fica nesse entre e sai de esporte e não define nada na sua vida”; “Você está vendo que todas as crianças comem de tudo menos você. Você tem que comer como elas, para ficar grande e forte!”.
Eu poderia ficar aqui descrevendo inúmeras frases, e você se enquadraria em algumas, ou poderia lembrar de ter ouvido mães, pais, tias, avós, amigos e tantos outros adultos terem dito essas frases para alguma criança de seu convívio.
Quais os efeitos psicológicos da comparação na infânciaFoto: Daniel Mafra/cancaonova.com

Palavras mal utilizadas

Que mal poderia de ter nessa pequena fala inofensiva, se o objetivo do adulto é bom, é positivo? A questão é que esse adulto não sabe como a criança está recebendo a informação e como ela responderá no futuro.
A fase da primeira infância, descrita por Jean Piaget e demais teóricos do desenvolvimento, é rica em descobertas, transformações e construções. Uma delas é a busca por autonomia, e ela é construída por referência nos adultos mais próximos. Quando uma criança é comparada a outra, nasce dentro dela uma angústia, por se sentir inferior e incapaz de corresponder à expectativa daquele que é o seu espelho. Em contrapartida, aquela criança que se torna a referência da comparação assume um lugar de não mais poder errar, em ter que ser a referência e acertar sempre. É nesse momento que a criança pega o “saco pesado” da vida de responsabilidades e erros inadmissíveis e coloca nas costas.
Ouvir dos cuidadores tais palavras, que no universo adulto pode soar como incentivo, o que também não é positivo, tem grande poder de destruição na vida de uma criança. Unindo essa fala comparativa com a fase de construção da autonomia, ou seja, o momento de se sentir autônomo, capaz, independente, livre, a criança pode vir a se fechar em seu mundo e se tornar insegura por medo ou agressiva por defesa. Essa forma de enfrentar o mundo diante de tais comparações, automaticamente são incorporadas em sua formação psíquica e futuramente também serão representadas de forma similar a essa infantil na vida adulta. Muda a idade, o cenário, mas o sentimento despertado naquele adulto diante a comparação e consequentemente sua reação, serão semelhantes às vividas no passado, na infância. Claro que tudo isso acontece sem que percebamos, pois a vida, muitas vezes, entra no modo “piloto automático” e não damos conta de muitos comportamentos vivenciados em nosso dia a dia.
Leia mais:
.: Não terceirize a educação dos seus filhos
.: Qual é a forma correta de educar os filhos?
.: Eduque seu filhos bem alicerçados em valores
.: Sinais de que está sendo muito duro com os seus filhos

Como agir e o que fazer?

Você deve estar se perguntando: “O que eu faço, então?”.
Não temos uma receita de bolo para ninguém, mas comparar uma pessoa a outra, independentemente da idade em que ela se encontra, não é um bom incentivo. A melhor pessoa para ser comparada é você com você mesmo. Questionar o que levou a pessoa a fazer aquilo, escolher aquilo outro, sempre fazendo memória do que ela é, será um bom termômetro para que a própria criança, adolescente ou adulto, reflita sobre sua escolha de pensar e agir.
Comparar uma pessoa com a outra não leva a nada, porque ninguém é igual a ninguém, mas provocar reflexões sobre suas escolhas de hoje, comparadas às suas escolhas de ontem, do ano passado, da sua adolescência, da sua infância, com certeza vai construir e não destruir você.


Aline Rodrigues


Aline Rodrigues é missionária da Comunidade Canção Nova, no modo segundo elo. É psicóloga desde 2005, com especializações na área clínica e empresarial. Possui experiência profissional tanto em atendimento clínico, quanto empresarial e docência.

SEXO


O mal da pornografia

Por meio de anúncios comerciais, filmes e sites eróticos, estamos nos tornando uma sociedade pornográfica
A indústria da pornografia já se tornou a sétima maior indústria dos Estados Unidos. O acesso é quase que instantâneo, barato e sigiloso, o que facilita seu uso.
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Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
A pornografia hoje é uma praga que envenena a cabeça dos jovens e adultos, tornando-os viciados nisso. Ela destrói a alma das pessoas e os casamentos. O uso da pornografia pelo homem destrói a sua família, afasta sua atenção e o afeto de sua mulher. O uso da pornografia dentro do casamento é uma violação do compromisso de fidelidade do casal, pois causa sentimentos de rejeição e traição, que levam à destruição do comprometimento conjugal.
O uso da pornografia pelo marido possui um efeito negativo sobre a esposa. Esta pode ser afetada com um sentimento de incapacidade, pensando que não é interessante o suficiente para o marido. Além disso, como o uso de pornografia envolve um segredo por parte do marido, as mulheres normalmente se sentem traídas, por eles terem mentido para elas.
A cultura, hoje em dia, considera a pornografia como mera fraqueza privada ou até como prazer legítimo, mas, de fato, é uma grave ofensa de acordo com o que está situado no Catecismo da Igreja Católica. “Entre os pecados gravemente contrários à castidade, é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais” (n.2396).
O Cardeal Justin Rigali, da Filadelfia, descreveu a pornografia como um “câncer sobre a cultura contemporânea”. No noticiário do Catholic Standard and Times, jornal arquidiocesano, ele escreveu: “Violência, abuso sexual, trauma psicológico e ruptura de relacionamentos são frutos da pornografia”. O que deveria ser a expressão da íntima união de vida e amor de um casal casado, é reduzida a uma fonte degradante de entretenimento e até lucro para outros.
A pornografia destrói a castidade, introduz pensamentos impuros à mente do observador e o leva a atos impuros, como a masturbação ou adultério. Todos que produzem material pornográfico e/ou que os distribuem, vendem e usam, cooperam para a destruição de outros.
A pornografia, tanto para o homem como para mulher, impede de se prepararem para a fidelidade matrimonial.
O jornal britânico Independent publicou o resultado de um estudo do uso da internet para o acesso de pornografia. Quase 40% da população masculina na Grã Bretanha fez uso de websites pornográficos no último ano. A pesquisa também descobriu que mais da metade das crianças já se depararam com pornografia na internet.
O primeiro ministro da Inglaterra, David Cameron, declarou guerra à pornografia on-line, pois, na sua opinião, está “corroendo a infância”. Entre as medidas anunciadas está o bloqueio a esse tipo de conteúdo feito diretamente pelos provedores de internet. Para ter acesso, o assinante terá de pedir a liberação. Já era ora das autoridades constituídas protegerem a juventude e a infância contra os males terríveis da pornografia, hoje disponível amplamente e de maneira gratuita. Também aqui no Brasil isso é urgente e precisamos exigir isso das autoridades.
Calmeron disse: “Eu não estou fazendo esse discurso, porque quero ser moralista ou alarmista, mas porque sinto profundamente, como político e como pai, que a hora para ação chegou. Isto é, simplesmente, sobre como podemos proteger nossas crianças e sua inocência”. Os pais cristãos e não cristãos têm de se preocupar com o prejuízo que a pornografia significa para o desenvolvimento equilibrado da sexualidade da criança e do jovem.
Um artigo no Christian Science Monitor indica que a pornografia pode fomentar um comportamento criminoso em algumas pessoas. Alertou Corydon Hammond, codiretor do “Sex and Marital Therapy Clinic” (Clinica de Terapia Conjugal e Sexual) da Universidade de Utah: “Eu não acho que tenha visto um adulto criminoso sexual que não esteja envolvido com pornografia”.
Com aparelhos como telefones celulares, PDAs, iPod vídeos, a criança será capaz de acessar a pornografia disponível na internet. William M. Struthers, psicólogo com formação em neurociências e especialidade nas bases biológicas da conduta humana, da Faculdade Wheaton, afirma que “os homens parecem ter sido feitos de tal maneira que a pornografia sequestra o funcionamento adequado de seus cérebros e tem efeito de longo prazo em seus pensamentos e vidas”.
A pornografia torna-se um veneno viciador. Ver pornografia não é uma experiência emocional ou fisiologicamente neutra. Ela promete “mais sexo, melhor sexo, infinito sexo, sexo conforme os desejos, orgasmos mais intensos, experiências de transcendência”.
A pornografia “atua como uma combinação de múltiplas drogas”, explica Struthers. O Dr. Patrick Carnes diz que a pornografia é “um relacionamento patológico com experiência de alteração do humor”. O tédio e a curiosidade levam muitos meninos e homens a experiências que se tornam mais como vício de drogas do que muitas vezes se admite. Com o tempo, a exposição à pornografia leva um homem ou menino mais profundamente “numa superestrada neurológica de mão única, na qual a vida mental fica restrita a uma sexualização excessiva. Essa superestrada tem inúmeros acessos de entrada, mas muito poucas saídas”.
A pornografia é “visualmente magnética” para o cérebro masculino. Struthers apresenta um exame fascinante da neurologia. Essas experiências com pornografia e hormônios de prazer criam novos padrões na programação do cérebro, e experiências repetidas formalizam a programação. Então, nunca acaba. “Se eu tomo a mesma dose de uma droga repetidas vezes e meu corpo começa a tolerá-la, precisarei tomar uma dose mais elevada da droga, a fim de que tenha o mesmo efeito que tinha com uma dose mais baixa na primeira vez”, recorda Struthers. Por isso, a experiência de ver pornografia e praticá-la cria uma necessidade no cérebro de mais e mais, só para alcançar o mesmo nível de prazer no cérebro. (fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com)
Sabemos que o pecado faz reféns. São Paulo disse que quem peca se torna escravo do pecado. Vemos, então, como a pornografia torna o cérebro masculino escravo do mal.


Felipe Aquino


Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor: www.cleofas.com.br Twitter: @pfelipeaquino



Como vencer o vício da masturbação?

Para vencer o vício da masturbação é necessário lutar, porém existem armas e é preciso utilizar todas elas

Muitos jovens cristãos me fazem essa pergunta, pois é grande a luta deles contra esse vício. A batalha contra esse mal agrada muito a Deus, porque a pureza é uma grande virtude.
como vencer o vicio da masturbação
A masturbação não é indício de distúrbio de personalidade nem de problema mental; é um problema muito antigo na humanidade. O “Livro dos Mortos”, dos egípcios, já condenava essa prática por volta do ano 1550 antes de Cristo. Da mesma forma, pelo código moral dos antigos judeus, era considerado pecado grave.
Há homens casados que continuam a se masturbar, e isso mostra que o vício adquirido na juventude continua e prejudica o casamento.
Embora as aulas de “educação sexual” ensinem que a masturbação seja “normal” e até necessária, na verdade é contra a natureza e contra a lei de Deus. É o uso do sexo de maneira egoísta, fora do plano divino. O sexo é para a união do casal e a geração dos filhos. Na masturbação isso não acontece.
A Igreja ensina que esse é um ato desordenado. “A masturbação é um ato intrínseca e gravemente desordenado” (Catecismo da Igreja Católica, §2352).

Atitutes que ajudam a vencer o vício

Os jovens cristãos devem lutar contra a masturbação, com calma, sem desespero e sem desânimo, sabendo que vão vencer essa luta com Deus, na hora certa. Para isso algumas atitudes são importantes:
1 – Tenha calma diante do problema. Você não é nenhum desequilibrado sexual.
2 – Corte todos os estimulantes do vício. Jogue fora todas as revistas pornográficas, todos os livros e filmes eróticos, e não fique olhando para o corpo das moças ou dos rapazes, alimentando a sua mente com desejos eróticos. Deixe de assistir a filmes e programas pornográficos ou excitantes (tv, internet, filmes etc.). Sem essa vigilância, você não conseguirá deixar o vício.
3 – Faça bom uso de suas horas de folga. Aproveite o tempo para ler um bom livro, praticar esportes, sair com os amigos, caminhar, entre outros. Não fique sem fazer nada, especialmente na cama, pois “mente vazia é oficina do diabo”.
4 – Não desanime nem se desespere nunca. Se você cair, levante-se imediatamente, peça perdão a Deus, de imediato, e retome o propósito de não pecar. Não fique pisando na sua alma e se condenando. Confesse-se logo que puder, não tenha vergonha, o padre não se assusta mais com isso. Peça a ajuda dele.
5 – Alimente a sua alma com a oração, a Palavra de Deus e os sacramentos da Igreja. “Mosca não assenta em prato quente”. Consagre-se todos os dias a Nossa Senhora e lute, pois a masturbação, assim como todos os vícios, para ser vencida é preciso luta. E para isso existem armas que precisam ser utilizadas. Não deixe de rezar o terço. Se puder, comungue sempre.
6 – A receita de Jesus é “vigilância e oração” para não pecar. “A ocasião faz o ladrão” ou ainda “Quem ama o perigo, nele perece”.

Felipe Aquino


Professor Felipe Aquino é viuvo, pai de cinco filhos. Na TV Canção Nova, apresenta o programa “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, na Rádio apresenta o programa “No Coração da Igreja”. Nos finais de semana prega encontros de aprofundamento em todo o Brasil e no exterior. Escreveu 73 livros de formação católica pelas editoras Cléofas, Loyola e Canção Nova. Página do professor: www.cleofas.com.br Twitter: @pfelipeaquino



Núbia Óliiver comemorou superação do vício em sexo em entrevista para o programa "Câmera Record" imagem: Divulgação/Record

Thamires Andrade
Do UOL
A modelo e atriz Núbia Óliiver, 43, relembrou, em entrevista para o programa "Câmera Record", a compulsão que tinha por sexo. "Dormia pensando nisso, tinha que dormir fazendo isso, acordar fazendo isso, procurar alguém para fazer isso comigo. Era sexo o tempo todo", disse.
Ela ainda conta que não tinha consciência de que sua vontade por fazer sexo era, na verdade, uma questão patológica. E só se deu conta da gravidade quando não se satisfez após ir para cama com quatro parceiros em um só dia. "Cheguei em casa e não estava satisfeita. A compulsão vai tirando cada vez mais o livre arbítrio da pessoa, a vontade dela decidir", declarou.
De acordo com os especialistas ouvidos pelo UOL, de fato, o vício em sexo é uma doença, inclusive catalogada pelo DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais). "É descrito como um distúrbio de uma pessoa que, independente do sexo, que faz com que ela não tenha controle sobre o desejo de transar, realizar o ato e se masturbar", explica Nátalia Barros, médica e sexóloga.
"Entendemos que essa compulsão é provocada pela disfunção de alguns neurotransmissores cerebrais e que isso mexeria com essa parte sexual. Esse vício é uma falta de regulação da função sexual", explica Vânia Calazans, psicóloga pelo IPQ-FMUSP (Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo).

Ter muita libido X Ser viciado em sexo

A diferença, segundo Vânia, é a intensidade. A psicóloga explica que as pessoas com compulsão têm necessidade descontrolada de fazer sexo, como a própria Núbiia relatou na entrevista. "Ela faz sexo várias e várias vezes e não fica satisfeita, sempre quer mais", explica.
Nátalia explica que os viciados não conseguem, justamente, controlar o impulso e ainda deixam qualquer atividade para se masturbar ou transar. "Todo mundo recebe estímulos sexuais, mas a diferença entre o compulsivo e uma pessoa com muita libido é que um consegue se controlar e o outro não. O viciado deixa de almoçar quando tem uma oportunidade de relação sexual nesse horário, mesmo que seja com um desconhecido. Para ele, nada é mais importante do que ter relações e se masturbar", afirma.
Já a pessoa com muita libido faz sexo e consegue atingir satisfação com o ato. “Ela se relaciona bem, tem maturidade e consegue controlar o impulso de não ter uma relação em público”, exemplifica a médica.

Isolamento social

Segundo Vânia, esse tipo de comportamento começa no início da adolescência ou da vida adulta e é confundido pelas próprias pessoas como uma libido intensa. “Geralmente a culpa sempre recai no outro. O paciente acha que tem muito fogo, que gosta muito de sexo e acaba cobrando os parceiros. Eles dizem que eles não o acompanham”, explica.
Eles também dificilmente conseguem ter um relacionamento duradouro, já que não encontram ninguém que satisfaça seus desejos. "Os viciados não conseguem manter um relacionamento com uma única pessoa, o que faz com que seus parceiros se cansem de traições", diz Nátalia.
Muitas vezes considerados pervertidos, os viciados em sexo têm um comportamento inadmissível pela sociedade, já que se relacionam com muitas pessoas sempre na busca pelo prazer. "Ele é encarado como transgressor por que não tem dia, hora, nem lugar para fazer sexo. E aí ninguém quer se relacionar com uma pessoa assim, o que os deixa isolados socialmente", explica a sexóloga.

Prejuízos no trabalho

Com o tempo e o amadurecimento, a pessoa começa a ter dimensão do quanto essa vontade incontrolável de transar interfere no dia a dia, até mesmo na vida profissional. "Às vezes a pessoa falta no trabalho só para ter relações sexuais. Diante da tentação, o impulso gera uma vontade de realizar o ato e é como se a pessoa não tivesse escolha. Ela não consegue negociar com os próprios desejos", diz Nátalia.
“A diferença entre os viciados e os que tem muita libido é que quem só gosta de sexo não tem prejuízos na vida. Eles até podem transar várias vezes ao dia, mas não deixam de ir trabalhar por isso”, exemplifica Vânia.

Ausência de sexo seguro

Outro problema, inclusive citado por Núbia na entrevista, é que os viciados em sexo muitas vezes não fazem sexo seguro. "Sabia o risco que estava correndo, mas não tinha responsabilidade. Era uma coisa realmente desvairada", afirmou a modelo.
“Em função da compulsão, muitas vezes, eles não param muito para avaliar o risco, vão pelo impulso, já que a compulsão é uma ausência de freio inibitório. Naquele momento, a pessoa não raciocina e o risco de adquirir uma DST (Doença Sexualmente Transmissível) é grande”, fala Vânia.

Remédios e terapias

Segundo a médica, como o vício em sexo é uma doença psiquiátrica, é necessário acompanhamento médico e um tratamento multidisciplinar para controlar o desejo. "Existem medicamentos que reduzem a liberação de dopamina [hormônio do prazer liberado durante o sexo], mas os pacientes também precisam de sessões de psicoterapia cognitivo comportamental", explica.
Até porque, segundo a sexóloga, o paciente precisa ter lucidez para saber o problema que tem e identificar qual estímulo faz com que ele perca o controle. "É igual o vício do cigarro. Se ao tomar cerveja, a pessoa sabe que aumenta a vontade de fumar, então melhor parar de tomar a bebida", diz.
Vânia não fala em cura do vício em sexo, mas sim em gerenciamento. "A pessoa tem um vício e com o aporte da medicação e da psicoterapia consegue gerenciar isso, equilibrar e ter uma qualidade de vida bacana. É igual um viciado em álcool e drogas, ele sempre terá que aprender a lidar com isso na vida", diz Vânia.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

LIVROS DE PEDAGOGIA PARA BAIXAR GRÁTIS

http://jottaclub.com/2016/02/livros-de-pedagogia-para-baixar-gratis/

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Um detalhe interessante é que ali constam autores das áreas da filosofia, sociologia, antropologia, psicologia, artes e pedagogia, o que nos garante um leque bem variado de visões e conhecimentos.
Sem mais delongas, eis a lista para download grátis, em formato PDF:
  1. Alceu Amoroso Lima
  2. Alfred Binet
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  7. Anton Makarenko
  8. Aparecida Joly Gouveia
  9. Armanda Álvaro Alberto
  10. Azeredo Coutinho
  11. Bertha Lutz
  12. Bogdan Suchodolski
  13. Carl Rogers
  14. Cecília Meireles
  15. Célestin Freinet
  16. Celso Suckow da Fonseca
  17. Darcy Ribeiro
  18. Domingo Sarmiento
  19. Durmeval Trigueiro
  20. Edgard Roquette-Pinto
  21. Édouard Claparède
  22. Émile Durkheim
  23. Fernando de Azevedo
  24. Florestan Fernandes
  25. Frederic Skinner
  26. Friedrich Fröbel
  27. Friedrich Hegel
  28. Frota Pessoa
  29. Georg Kerschensteiner
  30. Gilberto Freyre
  31. Gustavo Capanema
  32. Heitor Villa-Lobos
  33. Helena Antipoff
  34. Henri Wallon
  35. Humberto Mauro
  36. Ivan Illich
  37. Jan Amos Comênio
  38. Jean-Jacques Rousseau
  39. Jean-Ovide Decroly
  40. Jean Piaget
  41. Johann Herbart
  42. Johann Pestalozzi
  43. John Dewey
  44. José Mário Pires Azanha
  45. José Martí
  46. José Pedro Varela
  47. Julio de Mesquita Filho
  48. Lev Semionovich Vygotsky
  49. Lourenço Filho
  50. Manifestos dos pioneiros da Educação Nova (1932) e dos educadores (1959)
  51. Manoel Bomfim
  52. Manuel da Nóbrega
  53. Maria Montessori
  54. Nísia Floresta
  55. Ortega y Gasset
  56. Paschoal Lemme
  57. Paulo Freire
  58. Roger Cousinet
  59. Rui Barbosa
  60. Sampaio Dória
  61. Sigmund Freud
  62. Valnir Chagas
Fonte: http://www.lendo.org/

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

Padrinhos André e Lu Casamento Dayane e Edson



André para Dayane e Edson
Nesse dia lindo que a vocês vivem a consagração do matrimônio, eu quero pedir a Deus muita proteção e amor para vocês. a Dayane é uma irmã e filha para mim.  
O casamento é uma nova etapa em suas vidas, agora começa fases mais difíceis e desafiadoras, porém é um novo tempo e depende de vocês para ser um tempo muito melhor em todos os aspectos, depois que eu casei minha vida ficou muito melhor e penso que será assim também em sua casa, eu  desejo toda sorte de benção na vida familiar e profissional de vocês.
Peço a Deus para derramar dons, talentos, virtudes e carismas em seus corações, que vocês tenham coragem de servir a Deus em primeiro lugar nas pastorais, comunidades, movimentos e grupos, dentro do passível estarei sempre a disposição para ajudar em tudo, intercedo pelos noivos, para que o respeito a fidelidade e a paz reine nas suas palavras e atitudes.
Dayane e Edson escuta bem, primeiro missa, oração, retiro, gaste mais tempo com Deus, e depois gaste menos tempo com academia , futebol e outras distrações. Eu amo vocês e quero pelo menos meia dúzia de filhos para essa nova família que começa hoje.



  Lu para Dayane e Edson
 Chegou o dia do casamento Daya, que alegria, passou rápido, acompanhei de perto todos os preparativos , foi uma correria e deu tudo certo graças a Deus.
Hoje como madrinha de vocês eu desejo muita paz, transparência, tolerância, amor e saúde.
Vocês começam  hoje um percurso muito lindo: o casamento é  a construção de uma família católica que dará testemunho de fé para igreja e sociedade. Deus capacitará vocês para todos os desafios dessa  união  muito feliz, quero que essa nova família continue com as crianças que vocês vão ter futuramente, peço a Deus que guarde a Daya e o Edinho contra todo mal, que seu lar seja um lugar acolhedor cheio de serenidade e companheirismo. Que Nossa Senhora esteja com vocês a cada terço que o casal rezar consagrando o matrimonio  ao amor, quando os dois precisarem pode também contar comigo. Nesta noite só quero desejar á vocês,
toda felicidade. Valeu a pena está tudo muito lindo e vai continuar acontecendo coisas maravilhosas daqui para frente, o casal esta realizando um sonho , a Daya sempre  sonhadora, batalhadora, menina que hoje se torna  mulher, Edinho cuida bem dela que a Daya merece , é uma nova caminhada, uma nova vida, um disse sim para o outro  aceitando  as qualidades e limites que cada um possui, pois quem ama supera tudo, e acredite com amor os defeitos vão diminuindo e as qualidades vão aumentando. Busque sempre Deus e tudo mais virá em acréscimo , eu e o André sempre vamos querer a amizade de vocês.
Que a vida
no casamento seja iluminada! Parabéns aos noivos, Deus abençoe esta família.